Quase dez anos após a primeira edição de Arquitetura e política e após sua passagem pela política institucional, os autores revisam nesta segunda parte os postulados-chave da arquitetura contemporânea – sua responsabilidade para com a sociedade – para adaptá-los às novas formas de fazer política, que incluem feminismo como componente principal. Para isso, realizam um percurso histórico e temático sobre o papel social dos arquitetos e urbanistas até a atual era da globalização. Partindo de questões como vida comunitária, participação, igualdade de gênero ou sustentabilidade, o livro identifica e analisa as vulnerabilidades contemporâneas da arquitetura.